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"Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial." (Atos 26:19)
O apóstolo Paulo deu este testemunho perante o rei Agripa, e hoje queremos refletir sobre o que significa viver em obediência à visão celestial que Deus nos concede.
A Igreja não é uma empresa, nem uma ONG de voluntários. A Igreja é feita por pessoas escolhidas, redimidas e chamadas por Deus. É uma família, é um exército de Deus neste mundo, preservado aqui para realizar a obra missionária.
A visão da Igreja Presbiteriana de Pinheiros é: ser uma grande igreja missionária, fiel a Deus e à Bíblia, relevante ao seu contexto urbano e comprometida com a edificação e a evangelização de pessoas no mundo.
Nossa missão é promover a glória de Deus por meio da adoração, discipulado dos membros e pregação do evangelho do reino por todo o mundo. Essa missão está fundamentada na Grande Comissão:
"Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos." (Mateus 28:18-20)
A Igreja que vive sua visão celestial exerce três ministérios essenciais:
Jesus ensinou seus discípulos em João 4:35:
"Erguei os vossos olhos e vede que os campos já branquejam para a seara."
Existem duas palavras gregas para tempo: cronos (tempo cronometrado, histórico) e kairos (tempo oportuno, o tempo de Deus). Estamos vivendo em kairos, no tempo certo de Deus.
Neste momento, é tempo de evangelizar, é tempo de ganhar almas para Jesus, é tempo de investir nas novas gerações. Se não passarmos a fé às novas gerações, a Igreja morrerá — como já morreu na Europa e está morrendo nos Estados Unidos.
O nosso tempo é hoje, não é amanhã. Os campos já estão prontos para a colheita. Imagine o apóstolo Paulo vivendo em São Paulo nos dias atuais, com as melhores estradas do Brasil, usando Instagram. Esse tempo é nosso. Estamos vivendo uma época de oportunidade sem precedentes, com tecnologia permitindo que nossas pregações alcancem mais de 100 mil pessoas diariamente.
Em 2 Reis 6:15-17, Eliseu orou para que seu servo visse a realidade espiritual:
"O Senhor abriu os olhos do moço e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu."
Existem duas visões: a visão física e a visão espiritual. O segundo componente da visão celestial é a visão dos recursos que Deus nos concede.
A obra de Deus não se faz com dinheiro; a obra de Deus se faz com fé. Quando a Igreja se mudou para Pinheiros em 2010, não havia casas para o departamento infantil. Hoje são mais de 16 casas compradas. Deus diz: "Minha é a prata e meu é o ouro." Ele é o Deus de toda provisão.
Os recursos chegam no tempo de Deus — na "quarta vigília da noite" — não antes. Quanto mais a gente distribui, mais Deus manda. Mais bem-aventurado é dar do que receber.
Em Neemias 2:12, o profeta diz:
"Então à noite me levantei e uns poucos homens comigo. Não declarei a ninguém o que meu Deus me pusera no coração para eu fazer."
O terceiro componente é a visão do que fazer — a ideia que Deus coloca no coração. Quando Deus dá a visão, ele põe a missão no seu coração. Tudo começa com Deus colocando uma ideia em nós.
Deus não é Deus de pessoas desocupadas; Deus é Deus do trabalho. Jesus mesmo disse: "Eu trabalho até agora." Não existe outro meio de Deus nos abençoar que não seja através do trabalho — trabalho inteligente, estratégico, extenuante.
A vida é curta. Se fizermos muito, talvez nosso nome vire nome de rua, mas ninguém vai lembrar. O que nos move é a visão de Deus.
Não vamos ser desobedientes à visão celestial. Vamos ser uma Igreja voltada para cima e para frente, esquecendo as coisas que ficam para trás. Haverá fracassos no caminho, mas Deus é Ele que conduz, Ele que dirige tudo.
A visão celestial é:
Amém.
"Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial." (Atos 26:19)
O apóstolo Paulo deu este testemunho perante o rei Agripa, e hoje queremos refletir sobre o que significa viver em obediência à visão celestial que Deus nos concede.
A Igreja não é uma empresa, nem uma ONG de voluntários. A Igreja é feita por pessoas escolhidas, redimidas e chamadas por Deus. É uma família, é um exército de Deus neste mundo, preservado aqui para realizar a obra missionária.
A visão da Igreja Presbiteriana de Pinheiros é: ser uma grande igreja missionária, fiel a Deus e à Bíblia, relevante ao seu contexto urbano e comprometida com a edificação e a evangelização de pessoas no mundo.
Nossa missão é promover a glória de Deus por meio da adoração, discipulado dos membros e pregação do evangelho do reino por todo o mundo. Essa missão está fundamentada na Grande Comissão:
"Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos." (Mateus 28:18-20)
A Igreja que vive sua visão celestial exerce três ministérios essenciais:
Jesus ensinou seus discípulos em João 4:35:
"Erguei os vossos olhos e vede que os campos já branquejam para a seara."
Existem duas palavras gregas para tempo: cronos (tempo cronometrado, histórico) e kairos (tempo oportuno, o tempo de Deus). Estamos vivendo em kairos, no tempo certo de Deus.
Neste momento, é tempo de evangelizar, é tempo de ganhar almas para Jesus, é tempo de investir nas novas gerações. Se não passarmos a fé às novas gerações, a Igreja morrerá — como já morreu na Europa e está morrendo nos Estados Unidos.
O nosso tempo é hoje, não é amanhã. Os campos já estão prontos para a colheita. Imagine o apóstolo Paulo vivendo em São Paulo nos dias atuais, com as melhores estradas do Brasil, usando Instagram. Esse tempo é nosso. Estamos vivendo uma época de oportunidade sem precedentes, com tecnologia permitindo que nossas pregações alcancem mais de 100 mil pessoas diariamente.
Em 2 Reis 6:15-17, Eliseu orou para que seu servo visse a realidade espiritual:
"O Senhor abriu os olhos do moço e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo em redor de Eliseu."
Existem duas visões: a visão física e a visão espiritual. O segundo componente da visão celestial é a visão dos recursos que Deus nos concede.
A obra de Deus não se faz com dinheiro; a obra de Deus se faz com fé. Quando a Igreja se mudou para Pinheiros em 2010, não havia casas para o departamento infantil. Hoje são mais de 16 casas compradas. Deus diz: "Minha é a prata e meu é o ouro." Ele é o Deus de toda provisão.
Os recursos chegam no tempo de Deus — na "quarta vigília da noite" — não antes. Quanto mais a gente distribui, mais Deus manda. Mais bem-aventurado é dar do que receber.
Em Neemias 2:12, o profeta diz:
"Então à noite me levantei e uns poucos homens comigo. Não declarei a ninguém o que meu Deus me pusera no coração para eu fazer."
O terceiro componente é a visão do que fazer — a ideia que Deus coloca no coração. Quando Deus dá a visão, ele põe a missão no seu coração. Tudo começa com Deus colocando uma ideia em nós.
Deus não é Deus de pessoas desocupadas; Deus é Deus do trabalho. Jesus mesmo disse: "Eu trabalho até agora." Não existe outro meio de Deus nos abençoar que não seja através do trabalho — trabalho inteligente, estratégico, extenuante.
A vida é curta. Se fizermos muito, talvez nosso nome vire nome de rua, mas ninguém vai lembrar. O que nos move é a visão de Deus.
Não vamos ser desobedientes à visão celestial. Vamos ser uma Igreja voltada para cima e para frente, esquecendo as coisas que ficam para trás. Haverá fracassos no caminho, mas Deus é Ele que conduz, Ele que dirige tudo.
A visão celestial é:
Amém.