Semana das Primícias (Week of Firstfruits)
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Muitas pessoas que pregam a graça acabam se tornando hipócritas porque acham que, por causa dela, não precisamos mais dar o dízimo. Mas a verdade é que o dízimo não é uma questão de lei — é uma grande graça. É uma graça que Deus planejou para abençoar o homem, e precisamos compreender como isso funciona.
Essa verdade está representada na história de Abraão e Melquizedec. A Bíblia relata que Abraão entregou o dízimo de tudo que possuía a Melquizedec, que é um tipo de Cristo.
Melquizedec trouxe pão e vinho, representando a comunhão que ainda hoje praticamos. O pão e o vinho são o que Deus nos dá; o dízimo é o que nós entregamos a Ele. Somos abençoados com a mesma bênção de Abraão porque somos filhos dele.
Abraão havia vencido uma guerra contra quatro reis e tinha conquistado muito. Chegou diante de Melquizedec com as mãos cheias, reconhecendo que Deus estava com ele. Melquizedec, que é Cristo, deu-lhe pão e vinho para fortalecer e renovar. Em contrapartida, Abraão entregou o dízimo de todas as suas conquistas.
Por quê? Porque ele reconhecia que havia vencido apenas porque Deus estava com ele.
Quando somos salvos, chegamos diante de Deus com as mãos vazias para receber a salvação — pão e vinho. Mas uma vez salvos, não deveríamos mais chegar com as mãos vazias.
Chegar com a mão vazia é dizer: "Não tenho nada que reconheça; conquistei tudo sozinho." Chegar com a mão cheia é testemunhar: "Tudo que tenho foi Deus quem me deu."
Muitos irmãos não trazem oferta porque dizem que já dão o dízimo. Mas não é o melhor. Se você dá uma oferta por mês, separe-a por domingo. Cada vez que nos reunimos como igreja, você não deveria vir com a mão vazia — deveria entregar algo.
Pessoas educadas, quando vão à casa de outros, levam uma lembrancinha. É uma maneira de dizer obrigado, de reconhecer que estão sendo abençoados. Da mesma forma, quando chegamos diante de Deus a cada domingo, deveríamos trazer nossa oferta como sinal de gratidão.
Hebreus 7:4 diz: "Considerai pois como era grande aquele Melquizedec, a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos."
A maneira de demonstrar a grandeza de Deus é com o seu dízimo. Abraão estava dizendo: "Reconheço que você é maior do que eu."
O menor é quem devolve o dízimo ao maior. Quando você devolve o dízimo, está dizendo: "Reconheço com essa pequena parte que o Senhor é Deus na minha vida. Tudo que tenho recebi do Senhor. Não é o dinheiro que é deus na minha vida; não sou eu."
Quem não dá o dízimo está dizendo — na prática — que não pode declarar diante do mundo espiritual que Deus é de fato o grande Deus na sua vida.
O objetivo primário do dízimo não é fazer você prosperar, ainda que isso aconteça. O alvo primário é proclamar a grandeza de Jesus na sua vida.
Quando você entrega uma pequena parte, está dizendo: "Há um Deus na minha vida." O mundo espiritual vê isso. Entregar dízimo não é algo natural — é um ato espiritual consciente.
Não diga: "Vou dar porque a igreja precisa." Você precisa mais do que qualquer pessoa. É para o seu próprio bem. Você está dizendo diante do mundo espiritual, dos demônios e de Deus: "Reconheço que há um Deus na minha vida, e a prova está aqui — meu dízimo. Reconheço que se Deus não me abençoasse, eu não teria nada."
Hebreus 8 nos mostra que enquanto aqui na terra há homens mortais que recebem dízimo, ali (em Melquizedec) há aquele de quem se testifica que vive. O relacionamento do dízimo e do pão e do vinho é eterno.
Por isso ainda hoje tomamos a ceia com pão e vinho — porque é eterno. Do mesmo jeito, o dízimo não passou — é para engrandecer o Senhor.
O pão e o vinho testemunham da morte do Senhor. O dízimo testifica que Ele vive eternamente.
Hebreus 7:9-10 diz algo extraordinário: Levi, bisneto de Abraão, nem havia nascido quando Abraão deu o dízimo, mas a Bíblia fala que ele pagou o dízimo na pessoa de Abraão.
Isso significa que quando você entrega seu dízimo, não representa apenas você, mas seus netos, bisnetos. Famílias onde há bisavós que serviram a Deus e foram dizimistas, avós, pais — você percebe claramente a bênção de Deus naquela casa.
A bênção do dízimo de Abraão alcançou os bisnetos dele. Eles estavam nas costas dele. Isso mostra o poder tremendo desse princípio.
Na Bíblia, o número dez representa o todo.
Os Dez Mandamentos não significam apenas dez — representam todos os mandamentos. Os dez camelos que Abraão enviou para buscar noiva para Isaque representavam toda a sua riqueza. Os dez carros que o Faraó enviou para Jacó representavam toda a riqueza do Egito.
Quando você entrega o dízimo, está entregando tudo. Tudo está na mão de Deus.
Muitos dizem: "Tudo que tenho é de Deus." Mas se falam isso e não dão o dízimo, são mentirosos. Se tudo é de Deus, então você tem que entregar pelo menos o dízimo — o mínimo. O dízimo representa o todo de você.
Gênesis 28:20-22 mostra Jacó fazendo um voto jovem: "Se Deus for comigo e me guardar nessa jornada... me der pão para comer e roupa que me vista... Então o Senhor será o meu Deus... e de tudo quanto me concedes certamente eu te darei o dízimo."
Jacó reconhecia: "Tudo, Senhor, que me dá — certamente eu te devolverei o dízimo."
Passaram 22 anos. Seu sogro Labão mudou seu salário, o enganou. Mas em Gênesis 31:13, 22 anos depois, Deus disse: "Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna e onde me fizeste um voto. Levanta-te agora, sai desta terra."
Deus lembrou do voto do dízimo. Por causa disso, abençoou Jacó. Por mais que Labão tentasse enganá-lo, não conseguiu. Deus o abençoou porque recordava do seu compromisso.
Jacó havia dito: "Há um Deus na minha vida." Deus não se esqueceu.
Se você der o dízimo, os outros noventa por cento serão santificados. Tudo que você entrega para Deus se torna santo.
Quando você entrega o dízimo:
Existe algo espiritual aqui. A graça de Deus entra. Quando você dá o dízimo, Deus santifica os outros noventa por cento também.
Romanos 11:16 diz: "Se forem santas as primícias, igualmente o será a sua totalidade. Se for santa a raiz, também os ramos o serão."
Muitas pessoas ganham muito dinheiro, mas parece que sai como água. "Pastor, não sei para onde vai meu dinheiro." É porque não está abençoado. O problema não é a quantidade — é que falta a bênção.
O dinheiro no mundo é imundo. Circula por toda sorte de maldição — pode ter sido usado para enganar, para prostituição, para coisas malignas. Demônios se apegam a coisas.
Mas quando você devolve o dízimo, Deus santifica os cem por cento. Você não precisa dar tudo — apenas dez por cento — porque quando você devolve isso, Deus purifica tudo. Os demônios não conseguem mais pôr a mão, e seu dinheiro vai render.
Alguns irmãos dizem: "Esse mês tou apertado, não vou dar o dízimo." Mas quando tá apertado é mais razão para proteger o restinho que sobrou. Aquele mês o dinheiro está cheio de demônios no seu bolso, e você não faz nada para purificá-lo.
A história de ficar apertado para dar o dízimo não existe na verdade. O dízimo não é seu — é a parte da bênção. Você está apertado? É mais motivo para comprometer o restante protegendo-o com o dízimo.
Todas as vezes que vivemos aperto, nunca deixei de dar o dízimo. Minha esposa está aqui e pode confirmar: mesmo trabalhando fora, mesmo tendo que escolher, nunca deixei de dar o dízimo.
Alguns acham que Malaquias diz que Deus amaldiçoa quem não dá dízimo. Deus não amaldiçoa ninguém. O que Malaquias diz é que quem não dá o dízimo abre a porta para que demônios entrem na sua casa.
Não é Deus trazendo maldição — foi você que não passou o purificador. Foi você que não fez o que a palavra de Deus mandou para limpar a sujeira.
Mas Malaquias também fala das "comportas dos céus" — a mesma palavra usada em Gênesis. Quando você dá o dízimo e honra a Deus, Ele diz: "Vou mandar uma chuva de bênçãos que vai inundar sua vida porque você está me honrando."
O dízimo está no Novo Testamento. Jesus nunca disse que não deveríamos entregar o dízimo. Ele apenas disse que deveríamos fazer com amor a Deus.
Lucas 11:42 registra Jesus corrigindo os fariseus: "Ai de vós, fariseus, porque dais o dízimo... mas desprezais a justiça e o amor de Deus. Devíeis porém fazer estas coisas" — ou seja, sem omitir aquelas. Faça com coração.
Mateus 7:7-11 mostra claramente a vontade de Deus: "Pedi e dar-se-vos-á... Se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará boas coisas aos que lhos pedirem."
O dízimo representa Cristo diante de Deus. Cristo é as primícias, assim como o dízimo.
Cada vez que você participa da ceia e cada vez que entrega o dízimo, está relembrando Deus a respeito do Seu Filho. Ele é a primícia.
Tudo que recebemos — salvação, bênção, cura, libertação, prosperidade — tudo é uma pessoa: Cristo. Diante de Deus na cruz, Ele disse: "Está consumado. Tudo que precisava para você ser abençoado eu já fiz."
Quando oramos em nome de Jesus, é porque quando Deus olha, não vê você e eu com defeito — vê Cristo perfeito, que cumpriu tudo.
Quando você traz o dízimo, lembra o Pai da obra do Filho em seu favor. Você está dizendo: "Aqui está Cristo me representando. Tudo que era necessário Ele já fez, e está aqui representado no meu dízimo. Eu reconheço."
Nessa hora o Pai diz: "É verdade. Vou te abençoar porque Cristo cumpriu tudo que era necessário no seu lugar para que eu te abençoasse."
Muitas pessoas que pregam a graça acabam se tornando hipócritas porque acham que, por causa dela, não precisamos mais dar o dízimo. Mas a verdade é que o dízimo não é uma questão de lei — é uma grande graça. É uma graça que Deus planejou para abençoar o homem, e precisamos compreender como isso funciona.
Essa verdade está representada na história de Abraão e Melquizedec. A Bíblia relata que Abraão entregou o dízimo de tudo que possuía a Melquizedec, que é um tipo de Cristo.
Melquizedec trouxe pão e vinho, representando a comunhão que ainda hoje praticamos. O pão e o vinho são o que Deus nos dá; o dízimo é o que nós entregamos a Ele. Somos abençoados com a mesma bênção de Abraão porque somos filhos dele.
Abraão havia vencido uma guerra contra quatro reis e tinha conquistado muito. Chegou diante de Melquizedec com as mãos cheias, reconhecendo que Deus estava com ele. Melquizedec, que é Cristo, deu-lhe pão e vinho para fortalecer e renovar. Em contrapartida, Abraão entregou o dízimo de todas as suas conquistas.
Por quê? Porque ele reconhecia que havia vencido apenas porque Deus estava com ele.
Quando somos salvos, chegamos diante de Deus com as mãos vazias para receber a salvação — pão e vinho. Mas uma vez salvos, não deveríamos mais chegar com as mãos vazias.
Chegar com a mão vazia é dizer: "Não tenho nada que reconheça; conquistei tudo sozinho." Chegar com a mão cheia é testemunhar: "Tudo que tenho foi Deus quem me deu."
Muitos irmãos não trazem oferta porque dizem que já dão o dízimo. Mas não é o melhor. Se você dá uma oferta por mês, separe-a por domingo. Cada vez que nos reunimos como igreja, você não deveria vir com a mão vazia — deveria entregar algo.
Pessoas educadas, quando vão à casa de outros, levam uma lembrancinha. É uma maneira de dizer obrigado, de reconhecer que estão sendo abençoados. Da mesma forma, quando chegamos diante de Deus a cada domingo, deveríamos trazer nossa oferta como sinal de gratidão.
Hebreus 7:4 diz: "Considerai pois como era grande aquele Melquizedec, a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos."
A maneira de demonstrar a grandeza de Deus é com o seu dízimo. Abraão estava dizendo: "Reconheço que você é maior do que eu."
O menor é quem devolve o dízimo ao maior. Quando você devolve o dízimo, está dizendo: "Reconheço com essa pequena parte que o Senhor é Deus na minha vida. Tudo que tenho recebi do Senhor. Não é o dinheiro que é deus na minha vida; não sou eu."
Quem não dá o dízimo está dizendo — na prática — que não pode declarar diante do mundo espiritual que Deus é de fato o grande Deus na sua vida.
O objetivo primário do dízimo não é fazer você prosperar, ainda que isso aconteça. O alvo primário é proclamar a grandeza de Jesus na sua vida.
Quando você entrega uma pequena parte, está dizendo: "Há um Deus na minha vida." O mundo espiritual vê isso. Entregar dízimo não é algo natural — é um ato espiritual consciente.
Não diga: "Vou dar porque a igreja precisa." Você precisa mais do que qualquer pessoa. É para o seu próprio bem. Você está dizendo diante do mundo espiritual, dos demônios e de Deus: "Reconheço que há um Deus na minha vida, e a prova está aqui — meu dízimo. Reconheço que se Deus não me abençoasse, eu não teria nada."
Hebreus 8 nos mostra que enquanto aqui na terra há homens mortais que recebem dízimo, ali (em Melquizedec) há aquele de quem se testifica que vive. O relacionamento do dízimo e do pão e do vinho é eterno.
Por isso ainda hoje tomamos a ceia com pão e vinho — porque é eterno. Do mesmo jeito, o dízimo não passou — é para engrandecer o Senhor.
O pão e o vinho testemunham da morte do Senhor. O dízimo testifica que Ele vive eternamente.
Hebreus 7:9-10 diz algo extraordinário: Levi, bisneto de Abraão, nem havia nascido quando Abraão deu o dízimo, mas a Bíblia fala que ele pagou o dízimo na pessoa de Abraão.
Isso significa que quando você entrega seu dízimo, não representa apenas você, mas seus netos, bisnetos. Famílias onde há bisavós que serviram a Deus e foram dizimistas, avós, pais — você percebe claramente a bênção de Deus naquela casa.
A bênção do dízimo de Abraão alcançou os bisnetos dele. Eles estavam nas costas dele. Isso mostra o poder tremendo desse princípio.
Na Bíblia, o número dez representa o todo.
Os Dez Mandamentos não significam apenas dez — representam todos os mandamentos. Os dez camelos que Abraão enviou para buscar noiva para Isaque representavam toda a sua riqueza. Os dez carros que o Faraó enviou para Jacó representavam toda a riqueza do Egito.
Quando você entrega o dízimo, está entregando tudo. Tudo está na mão de Deus.
Muitos dizem: "Tudo que tenho é de Deus." Mas se falam isso e não dão o dízimo, são mentirosos. Se tudo é de Deus, então você tem que entregar pelo menos o dízimo — o mínimo. O dízimo representa o todo de você.
Gênesis 28:20-22 mostra Jacó fazendo um voto jovem: "Se Deus for comigo e me guardar nessa jornada... me der pão para comer e roupa que me vista... Então o Senhor será o meu Deus... e de tudo quanto me concedes certamente eu te darei o dízimo."
Jacó reconhecia: "Tudo, Senhor, que me dá — certamente eu te devolverei o dízimo."
Passaram 22 anos. Seu sogro Labão mudou seu salário, o enganou. Mas em Gênesis 31:13, 22 anos depois, Deus disse: "Eu sou o Deus de Betel, onde ungiste uma coluna e onde me fizeste um voto. Levanta-te agora, sai desta terra."
Deus lembrou do voto do dízimo. Por causa disso, abençoou Jacó. Por mais que Labão tentasse enganá-lo, não conseguiu. Deus o abençoou porque recordava do seu compromisso.
Jacó havia dito: "Há um Deus na minha vida." Deus não se esqueceu.
Se você der o dízimo, os outros noventa por cento serão santificados. Tudo que você entrega para Deus se torna santo.
Quando você entrega o dízimo:
Existe algo espiritual aqui. A graça de Deus entra. Quando você dá o dízimo, Deus santifica os outros noventa por cento também.
Romanos 11:16 diz: "Se forem santas as primícias, igualmente o será a sua totalidade. Se for santa a raiz, também os ramos o serão."
Muitas pessoas ganham muito dinheiro, mas parece que sai como água. "Pastor, não sei para onde vai meu dinheiro." É porque não está abençoado. O problema não é a quantidade — é que falta a bênção.
O dinheiro no mundo é imundo. Circula por toda sorte de maldição — pode ter sido usado para enganar, para prostituição, para coisas malignas. Demônios se apegam a coisas.
Mas quando você devolve o dízimo, Deus santifica os cem por cento. Você não precisa dar tudo — apenas dez por cento — porque quando você devolve isso, Deus purifica tudo. Os demônios não conseguem mais pôr a mão, e seu dinheiro vai render.
Alguns irmãos dizem: "Esse mês tou apertado, não vou dar o dízimo." Mas quando tá apertado é mais razão para proteger o restinho que sobrou. Aquele mês o dinheiro está cheio de demônios no seu bolso, e você não faz nada para purificá-lo.
A história de ficar apertado para dar o dízimo não existe na verdade. O dízimo não é seu — é a parte da bênção. Você está apertado? É mais motivo para comprometer o restante protegendo-o com o dízimo.
Todas as vezes que vivemos aperto, nunca deixei de dar o dízimo. Minha esposa está aqui e pode confirmar: mesmo trabalhando fora, mesmo tendo que escolher, nunca deixei de dar o dízimo.
Alguns acham que Malaquias diz que Deus amaldiçoa quem não dá dízimo. Deus não amaldiçoa ninguém. O que Malaquias diz é que quem não dá o dízimo abre a porta para que demônios entrem na sua casa.
Não é Deus trazendo maldição — foi você que não passou o purificador. Foi você que não fez o que a palavra de Deus mandou para limpar a sujeira.
Mas Malaquias também fala das "comportas dos céus" — a mesma palavra usada em Gênesis. Quando você dá o dízimo e honra a Deus, Ele diz: "Vou mandar uma chuva de bênçãos que vai inundar sua vida porque você está me honrando."
O dízimo está no Novo Testamento. Jesus nunca disse que não deveríamos entregar o dízimo. Ele apenas disse que deveríamos fazer com amor a Deus.
Lucas 11:42 registra Jesus corrigindo os fariseus: "Ai de vós, fariseus, porque dais o dízimo... mas desprezais a justiça e o amor de Deus. Devíeis porém fazer estas coisas" — ou seja, sem omitir aquelas. Faça com coração.
Mateus 7:7-11 mostra claramente a vontade de Deus: "Pedi e dar-se-vos-á... Se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará boas coisas aos que lhos pedirem."
O dízimo representa Cristo diante de Deus. Cristo é as primícias, assim como o dízimo.
Cada vez que você participa da ceia e cada vez que entrega o dízimo, está relembrando Deus a respeito do Seu Filho. Ele é a primícia.
Tudo que recebemos — salvação, bênção, cura, libertação, prosperidade — tudo é uma pessoa: Cristo. Diante de Deus na cruz, Ele disse: "Está consumado. Tudo que precisava para você ser abençoado eu já fiz."
Quando oramos em nome de Jesus, é porque quando Deus olha, não vê você e eu com defeito — vê Cristo perfeito, que cumpriu tudo.
Quando você traz o dízimo, lembra o Pai da obra do Filho em seu favor. Você está dizendo: "Aqui está Cristo me representando. Tudo que era necessário Ele já fez, e está aqui representado no meu dízimo. Eu reconheço."
Nessa hora o Pai diz: "É verdade. Vou te abençoar porque Cristo cumpriu tudo que era necessário no seu lugar para que eu te abençoasse."